Confederação Brasileira de Golfe

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Peter Walton ministra palestra no I Congresso Brasileiro de Golfe

10 de março de 2006
Em palestra realizada na tarde desta sexta-feira, durante o I Congresso Internacional de Golfe do Brasil, Peter Walton, presidente mundial da IAGTO (International Association of Golf Tour Operator), apresentou os resultados de um estudo sobre as melhores estratégias para promover o turismo internacional de golfe no Brasil.
 
O estudo, que teve início em junho de 2005, foi encomendado pela própria Confederação Brasileira de Golfe para diagnosticar os pontos negativos e positivos do parque infra-estrutural de turismo de golfe no Brasil, num trabalho que já vem sendo realizado pela entidade em parceria com o Bureau de Turismo de Golfe, além de traçar as ações que devem ser realizadas nos próximos anos, a fim de promover os campos de golfe do País no exterior.
 
Antes de mais nada, segundo Walton, é necessário planejamento para o sucesso da atividade, desde saber como e onde instalar um campo de golfe, até como divulgar e garantir o conforto do turista golfista.
 
Para o especialista, o Brasil atualmente encontra-se em fase de transição e que o exemplo de uma boa iniciativa é a oferta de destinos integrados, possibilitando que o turista possa jogar em mais de um campo em uma mesma viagem. “Dificilmente o golfista se interessa por um local onde exista apenas um campo de golfe para ele praticar o esporte”, afirmou Walton, para quem o País possui outro ativo bastante importante que são os campos de buracos com vista para o mar, como Gávea Golf & Country Club (RJ), Comandatuba Ocean Course (BA) e Terravista Golf Course (BA). “Esses campos são raríssimos não só pela dificuldade em encontrar áreas disponíveis para construí-los como pelo custo da propriedade imobiliária em regiões próximas às praias”.
 
Foram destacados outros fatores importantes a serem trabalhados além da natureza física dos campos como, por exemplo, estudar preços mais razoáveis para green fee e facilitar o acesso de visitantes em campos de hotéis e resorts. “Qualquer novo empreendimento com campo de golfe deve deixar 20% do tee time para visitantes”. O alto preço do green fee também é apontado como fator que pode afastar visitantes ao invés de atraí-los.
 
Walton destacou a importância do incentivo do governo para novos investimentos no setor, bem como a redução de impostos de maquinários e artigos esportivos. Disse ainda que os campos deveriam contribuir para a economia local de suas regiões, aproximando-se das comunidades e através de projetos com os caddies, por exemplo, oferecer emprego, educação e a possibilidade de aprender um novo esporte.
 
Para terminar, Peter Walton falou sobre a expectativa de que haja três destinos, com um grupo de três campos, em três anos no Brasil.

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