Diversão e aprendizado no Golfe para a Vida
O Aberto do Brasil/Aberto do Atlântico, um dos maiores torneios profissionais do golfe brasileiro, teve uma atração muito especial: mais de 60 crianças do projeto Golfe para a Vida estiveram no Gavea Golf Club para sua primeira vivência com um torneio e um campo oficial.
Com a condução do gerente técnico da CBG, Nico Barcellos, e de Darcio Ricca, da coordenação de projetos da entidade, essas crianças de quatro escolas cariocas tiveram aulas de conduta e ética por meio de situações lúdicas, e também disputaram um mini-torneio no putting green e bateram bola no driving range. “O primeiro aspecto que devemos observar ao trazermos as crianças para o campo de golfe é o da segurança. Elas precisam saber quais são as regras e os cuidados que devem tomar para não se machucarem. O segundo aspecto é que elas devem se divertir. O golfe precisa ser envolvente e alegre, e elas devem sentir todo o prazer e a alegria que esse esporte proporciona”, disse Nico.
Também estiveram presentes alguns pais e professores de educação física formados pelo Programa Golfe para a Vida, os quais acompanharam as crianças nas atividades. Após a diversão no driving range e no putting green, as crianças foram até o buraco três do campo para ver de perto os golfistas de alto rendimento, e lá tiveram mais alguns ensinamentos sobre a dinâmica de um jogo de golfe e de uma partida profissional.
Por fim, ficaram em torno do green do buraco 18, e presenciaram a vitória e a emoção do brasileiro Rafael Becker ao vencer o torneio embocando um putt de uma distância de 10 jardas. “Nos preocupamos em transmitir para as crianças os valores do golfe. Por exemplo, ensinamos e incentivamos as crianças a aplaudir todos os jogadores, brasileiros e estrangeiros, demonstrando a importância do fairplay e do respeito a todos, sem distinção”, explicou Darcio.
O salutar efeito do golfe nas crianças era evidente na maneira como se divertiam e na quantidade de sorrisos, mas talvez a melhor síntese tenha vindo do menino Jean Faria de Souza, de nove anos de idade, que ao ser perguntado pela apresentadora do programa Stadium, Daniela Christoffer, sobre a experiência do Golfe para a Vida, respondeu o seguinte: “Gostei muito de tudo, de jogar no putting green, de ver esse campo tão bonito; mas gostei mesmo de ver o Rafael embocar aquela bola difícil e ser campeão. Tive orgulho de ser brasileiro, e me deu vontade de continuar a ser brasileiro”.